sexta-feira, 26 de março de 2010

NADO MEDLEY...VERDADE OU MITO?

NADO MEDLEY

VERDADE OU MITO???

 
Muitos treinadores gostam de orientar seus nadadores de medley para realizarem seus parciais de borboleta (abrindo) e de crawl (fechando) serem os mesmos ou pelo menos, parecidos. Estratégia de prova varia muito de nadador para nadador, principalmente pois todos os atletas tem características diferentes. Nadadores de medley nem sempre tem os estilos mais fortes identificados de forma semelhante. Alguns tem no borboleta o seu nado mais fraco (Luca Marin), outros o nado costas (Jani Sievinen), ou o peito (Michael Phelps), e até mesmo o crawl (Laszlo Cseh).
A Best Swimming fez uma pesquisa rápida para conferir se a estratégia do parcial borboleta e crawl serem próximos um do outro confere ou não. Encontramos conclusões diferenciadas para as provas de 200 e 400 medley.
 
200 MEDLEY
Analisando os três primeiros colocados do Mundial de 2007 em Melbourne já se pode concluir que a tese não se aplica aos 200 medley.
 
NADADORES
TEMPO
BORBOLETA
CRAWL
Michael Phelps
1:54:98
24:96
27:51
Ryan Lochte
1:56:19
25:28
28:28
Laszlo Cseh
1:56:92
25:24
28:63
 
NADADORAS
TEMPO
BORBOLETA
CRAWL
Katie Hoff
2:10:13
28:35
31:07
Kirsty Coventry
2:10:76
28:73
30:76
Stephanie Rice
2:11:42
28:45
31:03
 
O mesmo também se encontra nos recordes sul-americanos:
 
RECORDISTAS
TEMPO
BORBOLETA
CRAWL
Georgina Bardach
2:15:08
29:84
31:69
Thiago Pereira
1:57:79
24:76
29:42
 
 
400 MEDLEY
Já nos 400 medley o resultado que encontramos foi diferente. Desta vez, analisamos os oito finalistas do último Mundial em Melbourne para mostrar que a relação é bem próxima de vários nadadores de alta performance.
 
NADADORES
TEMPO
BORBOLETA
CRAWL
Michael Phelps
4:06:22
55:05
56:89
Ryan Lochte
4:09:74
55:99
58:20
Luca Marin
4:09:88
59:60
56:92
Oussama Mellouli
4:11:68
56:95
58:88
Laszlo Cseh
4:14:76
56:52
1:00:46
Ioannis Drimonakos
4:15:75
56:54
59:34
Vasileijos Demetis
4:16:83
58:80
58:66
Tamas Kerekjarto
4:17:32
57:41
59:64
 
NADADORAS
TEMPO
BORBOLETA
CRAWL
Katie Hoff
4:32:89
1:03:91
1:03:21
Yana Martynova
4:40:14
1:03:08
1:04:72
Stephanie Rice
4:41:19
1:04:11
1:03:12
Jennifer Reilly
4:41:53
1:05:51
1:05:15
Arianna Kukors
4:41:87
1:03:46
1:03:40
Rui Yu
4:44:49
1:04:86
1:02:42
Georgina Bardach
4:45:61
1:04:48
1:07:24
Julie Hansen
4:46:97
1:04:53
1:07:21
 
Analisando os recordes sul-americanos, encontramos esta tendência no recorde feminino de Georgina Bardach mas uma diferença muito grande no recorde masculino de Thiago Pereira.
 
RECORDISTAS
TEMPO
BORBOLETA
CRAWL
Georgina Bardach
4:37:51
1:03:62
1:03:17
Thiago Pereira
4:11:14
56:29
1:01:79
 
CONCLUSÃO BEST SWIMMING: 
 
A pesquisa serve de amostragem de uma tendência. Mesmo que não sejam completamente iguais os parciais, os melhores nadadores do mundo tem a tendência de terem estas duas marcas aproximadas. Vendo que o nadador Thiago Pereira está bem distante desta tendência, é uma boa dica no sentido de melhorar sua estratégia de prova para os Jogos Olímpicos no próximo ano.

quinta-feira, 25 de março de 2010

POLÍTICA PÕE NATAÇÃO EM LOCAL IMPRÓPRIO

Postado por: pussi
 
POLÍTICA PÕE NATAÇÃO EM LOCAL IMPRÓPRIO

Sede do Maria Lenk, principal evento no Brasil, não tem boa piscina auxiliar
Por um acordo político, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) colocou seu principal campeonato em uma piscina sem as condições técnicas ideais.
O Maria Lenk acontece de 3 a 9 de maio, na Unisanta, em Santos (SP). É a primeira vez desde 2007, quando o Troféu Brasil foi rebatizado em homenagem à primeira sul-americana a disputar uma Olimpíada, que o evento não será no Rio.
A decisão da CBDA, ratificada em assembleia geral na semana passada, vai de encontro às orientações de seu conselho técnico para definir as sedes dos grandes eventos.
Segundo Alberto Silva, técnico da seleção brasileira e do Pinheiros e membro do conselho, a piscina da Unisanta não tem a profundidade ideal (cerca de três metros) e os blocos são pequenos e escorregadios, a piscina auxiliar é inadequada, o espaço para arquibancadas é precário e os vestiários são ruins.
"A Unisanta tem ótimas instalações, mas para competições até [a categoria] juvenil", disse Silva. "Queremos a excelência técnica, usando critérios técnicos para o alto rendimento."
Técnico do Minas e também membro do conselho, Fernando Vanzela afirma que o principal problema é a falta de uma piscina adequada para soltura e aquecimento. "Com isso, vamos ter que intensificar outros métodos de relaxamento, como fisioterapia e massagens."
Clubes mineiros -encabeçados pelo Minas, um dos mais tradicionais da natação brasileira- solicitaram à federação estadual que fizesse um pedido para a mudança do local.
"O Coaracy [Nunes, presidente da CBDA] afirmou que já tinha assumido compromisso com a Unisanta", disse o presidente da Federação
Aquática Mineira, Renato Maia Horta.
"O Minas não considera o local ideal, mas a CBDA argumentou que é uma homenagem à Unisanta pelos serviços prestados à natação brasileira", afirmou o diretor de natação do clube, Carlos Rocha Azevedo.
Alguns atletas também se mostraram descontentes.
"Coloquem seus narizes de palhaço. A temporada do circo da natação brasileira está aberta! O dono do circo (leia-se, o presidente da CBDA) já mandou, e nós, palhaços de circo, apenas obedecemos!", escreveu em seu blog Eduardo Fischer, nadador olímpico em Sydney-2000 e Atenas-2004.
A reportagem tentou ouvir Cesar Cielo, que em 2009 bateu o recorde mundial dos 50 m livre no Pinheiros (também inadequado para grandes eventos, segundo o técnico Alberto Silva), mas não teve resposta da assessoria de imprensa.

OUTRO LADO: ENTIDADE AFIRMA QUE POLÊMICA É "RANÇO DE CLUBE" RIVAL
Coordenadora da Unisanta, Rosa do Carmo José disse que o local foi chancelado pela CBDA. "Esse tipo de polêmica é desnecessário. É ranço de clube [rival]", disse ela, que não tinha em mãos medidas como profundidade da piscina principal e dimensões da auxiliar. "Passamos por averiguações e estamos aptos a realizar torneios nacionais e internacionais." A reportagem ligou duas vezes para o presidente da CBDA, Coaracy Nunes, que está na Colômbia e pediu para falar depois. O dirigente não atendeu a terceira ligação.

segunda-feira, 22 de março de 2010

AQUÁTICA SUQUEIRA

PARABÉNSSSSS GALERA!!!!

ESTAMOS FELIZES POR PODER CONTAR COM TODOS VOCÊS (PAIS, RESPOSÁVEIS E ATLETAS).

A TEMPORADA ESTÁ SÓ COMEÇANDO, PROVAMOS A TODOS QUE SOMOS UMA FAMILIA, ALÉM DE TERMOS A MELHOR E MAIS ANIMADA TORCIDA.


DEUS NOS ABENÇOE NESSA NOVA E VITÓRIOSA CAMINHADA!

ROLNAN, GUSTAVO, MARKAN E ROBERTO.

Lei de Transferência dos Desportos Aquáticos...Fala Pussi!

Lei de Transferência dos Desportos Aquáticos

Postado por: pussi


Soube que foi tema de discussão na Assembléia da CBDA. Segundo alguns Presidentes de Federação, a Lei não vem sendo cumprida e a CBDA não tem sido atuante neste sentido. O ponto é o fato de que a Lei expressa que atleta menores de 16 anos devem competir por clubes onde residam e estudem.


Primeiro acho a Lei ridícula e caduca. Se Presidentes de Federação e Clubes querem evitar a saída de seus atletas para outros clubes e pólos devem se esforçar e melhorar as condições locais de organização e competições. Acho que cabe até mesmo a consulta de um parecer jurídico neste caso. Será que um Juiz de Menor não aceitaria que um menor possa competir em outro local onde teria melhores condições? E se o nadador morar na fronteira do Espírito Santo com o Rio de Janeiro, mais precisamente, no lado capixaba, e não há piscina em sua cidade, ele não pode competir pelo clube do outro lado da esquina?


Minha gente, o mais importante é o desenvolvimento da natação, por onde o atleta esteja competindo, ou esta briga tresloucada por pontos e títulos não é o principal. Está na hora de movermos um passo a frente e não ficarmos perdendo tempo com algo deste tipo. Não há abuso, não há exploração ou mesmo exposição da saúde e da família dos menores em eles poderem competir por clubes de outros Estados. 
Isso é casuísmo!

sexta-feira, 19 de março de 2010

GALERA...PEGA ESSA, ÁS SÉRIES MAIS DIFÍCEIS DO MUNDO!

AS SÉRIES MAIS DIFÍCEIS DO MUNDO

Steven Munatones
Fonte: 10kswimmer.com

O editor do site www.10kswimmer.com ouviu vários dos melhores nadadores do mundo que estiveram participando da edição deste ano do Tiburon Mile Swim, uma prova famosa das águas abertas nos Estados Unidos e que tem uma premiação milionária. O evento sempre reúne estrelas internacionais, este ano ainda teve a presença de nosso Thiago Pereira.

Confira algumas das séries (malucas) que Munatones conseguiu tirar de alguns nadadores presentes. A perguna era qual teria sido a mais difícil série que você já fez:?


Melissa Gorman, Austrália, nadadora olímpica e campeã mundial 2009 nos 5 quilômetros:
3000 + 2000 + 1000 com média de 1:10 a cada 100

Luane Rowe, americana campeã do Waikiki Roughwater Swim
10 x 800 progressivo a cada 5

Nathan Adrian, americano, campeão do NCAA dos 50 e 100 livre
Uma vez por ano 24.000 jardas de treino numa só sessão de seis a sete horas de duração.

Caroline Burckle, americana, integrante do revezamento 4 x 200 livre ouro em Beijing
20 x 400 um fraco um forte

Brendan Capell, australiano, campeão mundial dos 25 quilômetros
21 x 500 alternando 1 a 6:10, 1 a 6:00 e 1 a 5:50

Vladimir Dyatchin, Rússia, campeão mundial dos 5 e 10 quilômetros
10 x 2.500 com 1:10 de parcial a cada 100

Ekaterina Seliverstova, Rússia, medalha de prata nos 5 e 10 quilômetros no Mundial
6 x 2000 com 1:13 de parcial + 10 x 1000

Eva Fabian, americana, nadadora da equipe que foi ao Mundial de Roma
50 x 100 a cada 1:10 em piscina de 25 jardas + 1 hora para tempo fez 5.700 jardas
Outras séries incluem 2.000 descendo a cada 500 + 3 x 500 + 2 x 100 + 2.000 progressivos a cada 500 + 3 x 500 + 2 x 100 + 2.000 (progressivos a cada 500) + 3 x 500 + 2 x 100.
Bob Placak, americano, medalhista em Jogos Panamericanos
10 x 500 com os últimos 500 para 4:33.

Trent Grimsey, Austrália, 2 vezes campeão do Wakiki Roughwater, medalhista no Mundial
15 x 500 a cada 5:40 progressivos a cada 3, sendo última série 5:12, 5:10 e 5:05.

Oussama Mellouli, Tunísia, campeão olímpico e mundial dos 1500 livre
100 x 100 em intervalos “doidos”

J.K. Koehler, americano, nadador de destaque na Universidade Americana
30 x 1000 a cada 11:30. Série completada em sete horas.

Chloe Sutton, americana, medalhista nos 5 quilômetros no Mundial e olímpica em Beijing
30 x 100 a cada 1:15 média de 1:05 e 1:06

Kane Radford, sul-africano, campeão do Tiburon Mile deste ano
10.000 para tempo.

quarta-feira, 17 de março de 2010

CURITIBANO DE LUTO!

MARCÃO NOS DEIXOU!
Best Swimming

Alex Pussieldi
Publicado em 15/03/2010

Marcos Chaiben nos deixou para uma melhor. Técnico de destaque no Clube Curitibano, Marcão há dois anos tem sido relacionado como um dos concorrentes ao Troféu de Melhor Treinador Infantil do Brasil. Este ano ele levou. Foi reconhecido pelo excelente trabalho de qualidade que tem revelado novos valores para o Curitibano e base para as Seleções Brasileiras das últimas temporadas.

Foi o técnico que levou Felipe May ao selecionado nacional. Teve sucesso como nunca no exterior. Uma academia de natação em Lima no Perú conseguindo derrubar o poderoso Regatas Lima e conquistar o Campeonato Nacional. Chegou a técnico da seleção do Perú até que decidir voltar para o Brasil e para a sua casa, o Clube Curitibano.

Marcão é o responsável pela geração carinhosamente chamada pela Best Swiming de “Meninas Superpoderosas”. Foi ele que as revelou, foi ele que as trouxe para o cenário nacional e internacional. Esta temporada, Marcão iria subir com elas, passaria a ser o responsável pelo grupo juvenil, após várias temporadas na categoria infantil.

O “Pai” das Meninas Superpoderosas, também era pai de muitos outros. Pai dos garotos que vinham de fora, dos que estavam a subir, dos que precisavam de uma dica, seja na piscina, na sala de musculação, na vida pessoal.

Estive com ele há duas semanas. Foi citado inúmeras vezes pelo colega Wellington Soares na apresentação da palestra que revelava os segredos do sucesso e da evolução do Clube Curitibano nas últimas temporadas. Marcão esteve em vários momentos da palestra de Wellington. Sempre presente e até mesmo foi solicitado que se levantasse e recebesse os aplausos dos companheiros presentes.

Marcão, simples como sempre foi, recusou no início, mas Wellington insistiu e finalmente ganhou o reconhecimento de todos presentes.

Hoje, Marcão nos deixa. Deixa a sua esposa, dona Kátia, os pequenos Bruno, Cassiano e Marquinhos. Deixa também uma geração enorme de atletas, ex-atletas, amigos e admiradores. Em nome da Best Swimming, e de toda a comunidade aquática do país, deixo aqui registrado a homenagem a um profissional de altíssimo quilate, e uma pessoa ainda mais preciosa.

Descanse em paz Marcão...

terça-feira, 16 de março de 2010

CBDA - ASSEMBLÉIA GERAL!

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS AQUÁTICOS Rio de Janeiro, 16 de março de 2010 Assembléia Geral CBDA e federações decidem os rumos dos esportes aquáticos Rio de Janeiro/RJ - A Assembléia Geral Ordinária da CBDA reúne todos os anos presidentes das 27 federações filiadas, a presidência, os diretores e supervisores da Confederação para decidir as mudanças de calendário, regulamentos e legislações que regem os cinco esportes da CBDA. Nesta terça-feira, 16/03, o grupo definiu os rumos da natação, pólo aquático, nado sincronizado, maratonas aquáticas e saltos ornamentais para a próxima temporada e também foi apresentados ao croata Goran Sablic, que será o técnico chefe das seleções brasileiras de pólo aquático masculinas adulta e junior e supervisionará a seleção feminina. O diretor de pólo aquático da CBDA, Jorge Pagura, contou que o nome de Sablic foi sugerido por um dos principais técnicos do mundo, Ratto Rudic, durante o Mundial dos Esportes Aquáticos de Roma. - Goran veio para o Pinheiros no final de 2009 para ser técnico e para observar por um período de três meses. Agora ele viajará o país inteiro aonde se integrará com os técnicos locais. Nossos atletas vão ser divididos em três níveis. O primeiro para os atletas com vistas a 2016. O nível dois para os que não chegarão a 2016, mas podem ainda ser muito úteis até 2012. E o nível três para os atletas que vem surgindo e podem ser incorporados às equipes nacionais. O técnico Goran, de 39 anos, explicou que foi o treinador de vários países como Kuwait, Irã, Croácia e Arábia Saudita. Antes de vir para o Brasil era o técnico-chefe da seleção japonesa. - Não há dúvida que atletas daqui têm talento, vide o futebol brasileiro. Espero que venha a ter nível no pólo para competir com outras nações fortes. Observo que aqui os jogadores de polo não encaram o esporte como competição e sim como recreação. Na Europa, se dedica cinco a seis horas por dia. Aqui é difícil devido a escola e trabalho. Mas é necessário que os jogadores de nível tenham mais tempo de intenso treinamento – disse goran. O técnico também falou sobre as perspectivas para os Jogos Olímpicos de 2012 e 2016. - Não sou mágico. No esporte não se pode garantir resultados desta maneira. Para 2012 não sabemos, pois o Canadá está com um trabalho muito bom há seis anos e os Estados Unidos tem um time muito bom.Também não sei qual seria a vantagem em simplesmente ir aos Jogos Olímpicos e perder de mais de 15 gols de diferença. Para 2016 sim, aí eu garanto que teremos uma equipe forte e competitiva – afirmou. Competições de categoria de natação terão exame antidoping - O Conselho Técnico Nacional de Natação recebeu total apoio e o voto de confiança de todos os presidentes dos estados brasileiros. A Assembléia aprovou todas as sugestões técnicas sugeridas pelo CTN em sua reunião de janeiro deste ano. Entre elas a realização de exames antidoping nas competições das categorias juvenil e júnior de natação. Também foram aprovadas as semifinais nas duas principais competições nacionais de natação – Troféu Maria Lenk, em maio, e Troféu José Finkel, em setembro. Assim, as competições seguem o modelo das principais competições da Federação Internacional com um programa com eliminatórias, semifinais e finais. Outra decisão da Assembléia que promete movimentar o novo ano dos esportes aquáticos são as transferências temporárias no pólo aquático. Pelo período experimental de três anos, os atletas fora do eixo Rio de Janeiro-São Paulo poderão ser utilizados por clubes destes dois estados nas competições, desde que o clube de origem do atleta não participe. Cada agremiação poderá incorporar até dois jogadores. O contrário também é válido, ou seja, os clubes das demais regiões poderão convidar atletas do Rio e de São Paulo dentro das mesmas regras. A medida promete dinamizar o esporte e dar intercâmbio e oportunidade aos atletas das demais regiões do país. Atenciosamente,