terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Lais Souza sofre acidente durante treinamento de esqui livre nos EUA

Atleta foi socorrida e internada no Hospital da Universidade de Utah, onde foi submetida a intervenção cirúrgica

lais souza esqui
A atleta Lais Souza, que aguardava classificação para a prova de esqui aéreo nos Jogos Olímpicos de Inverno Sochi 2014, sofreu acidente durante treinamento na madrugada desta terça-feira (horário Brasil), em Salt Lake City/Estados Unidos.
Ela foi imediatamente socorrida e internada no Hospital da Universidade de Utah, onde já foi submetida a uma intervenção cirúrgica. A Confederação Brasileira de Desporto na Neve (CBDN) entrou em contato com os familiares da atleta para mantê-los informados e assistidos. O Comitê Olímpico Brasileiro ofereceu passagem e hospedagem em Salt Lake City para um dos membros da família e acionou o Dr. Antonio Marttos Jr, médico do Time Brasil, traumatologista baseado em Miami, que chegará a Salt Lake no fim da tarde de hoje.
 
A atleta está coberta pelo seguro da CBDN para os atletas profissionais de esportes de inverno e pela apólice de seguro saúde do Time Brasil, da Bradesco Seguradora.
Estamos aguardando o primeiro boletim médico do hospital, após a cirurgia.










































segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ÊEEEEE BRASIL!

Sem patrocínio, Maurren Maggi se 



prepara para dizer adeus às pistas


Campeã olímpica no salto em distância em Pequim, atleta de 37 anos depende de apoio para encerrar carreira somente após Rio 2016

 Longe das pistas de atletismo há quatro meses, a saltadora Maurren Maggi vive um momento de decisão em sua carreira. Sem patrocínio, a medalhista de ouro nas Olimpíadas de Pequim 2008, aos 37 anos, colocou o prazo de uma semana para buscar um novo apoio e seguir o seu objetivo de se aposentar somente após os Jogos do Rio, em 2016. Caso não encontre uma parceira, ela prometeu dar adeus ao esporte.
- Pensei em voltar para o interior e alugar meu apartamento. Tem muita coisa que a gente pensa. A partir do momento em que você dá um "ultimato" você tem uma resposta, positiva ou negativa. Estou me organizando para parar. Se acontecer alguma coisa boa, ótimo, eu volto para as pistas e continuo executando meu trabalho como eu planejei de parar em 2016. Tenho gás para isso ainda - disse ao "SporTV News".
Maurren Maggi se prepara para dizer adeus às pistas (Foto: Reprodução SporTV)Maurren Maggi se prepara para dizer adeus às
pistas.







Maurren conquistou a medalha de ouro no salto em distância nos Jogos de Pequim, em 2008, saltando 7,04 metros. Em 2013, a saltadora disputou apenas quatro competições e ficou de fora do Mundial de Moscou, o principal evento da temporada. Neste período, suas marcas pioraram.
- Eu sinto muita falta de estar dentro das pistas e fazer o meu trabalho e continuar servindo de exemplo. Não fazem ideia de que eu fiquei um ano sem patrocínio, indo atrás, tentando treinar, com fratura no pé, problema no quadril e na coxa, porque um vai descompensando o outro. Pensei que não quero estar dentro da pista fazendo de qualquer jeito e estar me machucando sempre - disse.
Segundo Maurren, ser campeã olímpica e estar sem patrocínio é um exemplo ruim para os outros. O ano de 2014 começou perdido para ela, já que perdeu peso e músculos.
- Não tenho vontade de entrar nas pistas porque tenho uma medalha que muitos querem ter e vou ser um exemplo meio hipócrita, como uma campeã olímpica passando necessidade. Por que vou querer ser campeã olímpica? Para ser exemplo para quem está do lado, e e eu não quero ser este tipo de exemplo - afirmou

domingo, 26 de janeiro de 2014

O Verdadeiro Brasil Olímpico!


Maurren Maggi, sobre o futuro: 'Dei uma


 semana para decidir se vou continuar'

Sem treinar há três meses, a campeã olímpica no salto em distância em Pequim-2008 pensa em encerrar a carreira

Maurre Maggi - Salto em distancia (Foto: Ari Ferreira/ LANCE!Press)
Saltadora, atleta e mãe, medalha de ouro em Pequim, mãe de Sofia, amante do esporte e guerreira...”. Em seu perfil no Twitter, essa é a descrição que Maurren Maggi faz dela mesmo. Agora, mais do que nunca, ela tem precisado batalhar. Afinal, um pouco mais de cinco anos após a primeira colocação no salto em distância na Olimpíada de Pequim-2008, ela cogita encerrar a carreira por falta de patrocínio. O prazo para decidir: este domingo.
Aos 37 anos e longe dos treinos há três meses, a atleta está sem clube e patrocinador desde o fim de 2012. Os últimos foram o São Paulo Futebol Clube e a Nestlé, respectivamente. Agora, ela tem buscado alternativas para fechar um novo acordo e conseguir boas condições para o treinamento e para sustentar a casa.
A saltadora recebe atualmente uma ajuda mensal do governo federal com o Bolsa Atleta (R$ 3,1 mil para competidores olímpicos e paralímpicos) e uma outra quantia da Caixa Econômica Federal, patrocinadora da Confederação Brasileira (CBAt). Ela considera pouco para reconquistar os bons resultados nas pistas.
Até por isso, deu um ultimato ao seu empresário. Ou ele consegue um patrocínio até domingo, ou ela vai repensar a carreira. Uma parada forçada e o retorno para São Carlos, no interior de São Paulo, não estão descartados. Ela, aliás, cogita até mudar de profissão para aumentar a renda.
Depois da conquista olímpica em 2008, a meta inicial de Maurren era seguir até os Jogos de Londres, em 2012. Ela conseguiu, mas, com uma lesão no quadril, não passou da fase classificatória para a final. Depois, a ideia era fazer avaliações anuais sobre sua condição, sempre pensando nas disputas dos Jogos Pan-Americano de 2015, no Canadá, e da Olimpíada de 2016, no Rio. Mas, talvez, os planos precisarão ser refeitos.
Na temporada passada, a saltadora voltou a sofrer com lesões. Em março, teve uma ruptura dos ligamentos do tornozelo esquerdo em um treino. Em seguida, sofreu uma fisgada na coxa direita durante a disputa do Troféu Brasil, em julho. Sem grandes marcas – o melhor salto foi 6,21m, o quinto do país – ficou fora do Mundial de Atletismo, em agosto.
Com tantos problemas, Maurren não esconde a chateação com a atual situação. Em conversa por telefone com oLANCE!Net na última terça-feira, desabafou. Ainda mais após ver um assalto em frente à sua casa, em São Paulo. Confira a entrevista:
LANCE!Net: Você já voltou a treinar?
Maurren Maggi: Ainda estou pensando sobre isso. Por enquanto, estou de folga.
L!Net: Você já tem alguma programação para essa temporada?
MM: Não. É um ano meio perdido. Só tem o Mundial (Indoor) no começo do ano (em março, na Polônia). Hoje, o que me interessa é brigar pelo Pan-Americano de 2015 (em Toronto, no Canadá) e pela Olimpíada de 2016. Isso se eu tiver algum patrocínio.
L!Net: Como é ser campeã olímpica e ter de buscar patrocínios?
MM: Sinceramente, é muito triste eu aparecer na pista para os amigos como campeã e desempregada. Um campeão olímpico no Brasil talvez não seja um exemplo, um espelho. Tem pessoas que treinam comigo que podem pensar isso. Ao ver que posso estar desempregada, as pessoas não vão me dar valor. Isso acaba não sendo exemplo. Por mais que a gente vá atrás e com os títulos que tenho, estou brigando por patrocínio. Imagina o restante dos atletas.
L!Net: Você acredita que a Copa do Mundo de futebol tem afastado os investimentos em outros esportes?
MM: Acho que todo o resto é tão barato que é meio banal pensar dessa maneira. Sou apaixonada por futebol, mas é triste pensar que todos os outros esportes são baratos em comparação a ele. Um atleta do atletismo, dos mais bem pagos, vive com R$ 10 mil, R$ 20 mil por mês. É vergonhoso comparar com o futebol. Mas não existe chance e oportunidade de brigar com eles. Tudo o que faço é tentar mostrar que meu esporte é legal, tentar que ele seja bem quisto, tenha visibilidade dos patrocinadores. Sempre fui diferenciada, porque gostava de expor o patrocinador custe o que custar. Depois que fui campeã olímpica, tive patrocinadores que aproveitaram a fase. Espero não me comprometer, mas estou desgostosa com a situação do esporte no país.
L!Net: Quem eram seus patrocinadores? Quando acabaram os contratos com eles?
MM: Era o São Paulo e a Nestlé. Até tenho conversado com Julio Casares (vice-presidente de comunicações e marketing do São Paulo) para ver se assino. Não procuro outros clubes, sou são-paulina. Gostaria de ficar. Os acordos terminaram em 2012.
L!Net: E quem te patrocina hoje?
MM: Só tenho o apoio da Caixa.
L!Net: Como está sua situação financeira atualmente?
MM: Sustento eu e minha filha sozinha. Hoje, coloco na balança para ver se vale a pena trabalhar ou continuar no esporte. Mas só se tiver patrocinador. Não dá para viver de vento.
L!Net: Essa situação deixa você muito chateada?
MM: Com certeza. Acabou de acontecer uma situação ruim na minha vida. Teve um tiroteio na frente da minha casa agora. A polícia está aqui. Faz três meses que não entro na pista por falta de patrocínio. É uma falta de respeito querer encerrar a carreira em 2016 e não ter patrocínio até lá, e ter de parar antes.
L!Net: E o que os membros da Confederação Brasileira de Atletismo falam para você sobre isso?
MM: O pessoal da Confederação é o apoio que eu tenho até agora. Eles estão do meu lado, indo atrás de patrocínio. Talvez eu até já tenha aberto mão de procurar. É uma vergonha bater de porta em porta procurando. Quero ser quatro vezes campeã pan-americana, quero encerrar minha carreira na Olimpíada de 2016.
L!Net: Você recebe alguma ajuda de programas federais?
MM: Recebo do Bolsa Atleta. Mas não coloco no meu orçamento.
L!Net: Com toda essa situação, você tem algum prazo para definir seu futuro?
MM: Dei uma semana para eu decidir se vou continuar ou não. Talvez eu mude para São Carlos por projetos que tenho, ou mesmo me aposente para viver trabalhando. É até domingo... Falei para meu empresário isso. Conversamos no último domingo e falei para ver em uma semana. Não sou uma atleta cara. Até 2016, é a única medalha que temos (no atletismo feminino). Se continuar assim, vai ser a única que vamos ter em bons anos. Não dá para esperar o melhor de mim, se não tiver uma situação boa no meu esporte. Tenho meus projetos, o Troféu Maurren Maggi para crianças de 7 a 12 anos. Mas é uma ironia. Como vou apoiar um projeto de formação de atletas com tudo isso acontecendo? Tenho de pensar...

domingo, 5 de janeiro de 2014

Com leucemia, revelação da natação 



passa por químio, e quadro melhora

Recordista nos 200m costas, Leonardo Coutinho, do Pinheiros, está internado na UTI de hospital em São Paulo e tem mobilizado grande campanha de doação.


Nadador Leonardo Coutinho internado na UTI de hospital e Natalia Diniz (Foto: Reprodução )Leonardo Coutinho melhora estado de saúde, mas segue na UTI.
Recordista brasileiro nos 200m costas pela categoria júnior, o nadador Leonardo Coutinho atravessa um dos maiores desafios de sua vida. Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Cruz Azul, em São Paulo, o jovem de 19 anos luta contra a leucemia (câncer no sangue), diagnosticada após o Natal. Neste sábado, o quadro de saúde evoluiu, e o estado grave deu lugar ao regular. Uma campanha de doações de sangue tem sido feita nas redes sociais, emocionando o atleta, que está consciente, a família e os amigos. Em apenas um dia, foram mais de 100 doações. Leonardo realizou as primeiras sessões de quimioterapia nos dois últimos dias e respondeu bem ao tratamento, que pode ter durar um ano e seis meses, dependendo da resposta. Ainda não se sabe se o nadador passará por transplante de medula ou autotransplante, mas o pai e o irmão farão os testes de compatibilidade.
Destaque da equipe júnior do Pinheiros e da seleção brasileira, o nadador fazia uma boa temporada em 2013, chegando às finais do Maria Lenk e do Brasileiro Júnior de Inverno, mas se afastou das piscinas no fim do ano. Ficou fora do Brasileiro Júnior de Verão, competição em que estava inscrito, e do Open de Natação, em Porto Alegre. Namorada de Leonardo, a nadadora Natalia Diniz, outro destaque da nova geração, conta que o fato de ser atleta não ajudou o nadador a identificar os sintomas da doença. Ele passava o fim do ano com a família na praia de Itanhaém, no litoral paulista, quando a doença se manifestou de forma mais agressiva.
Nadador Leonardo Coutinho internado na UTI de hospital e Natalia Diniz (Foto: Arquivo Pessoal)Leonardo Coutinho passou o réveillon com a namorada e a família no hospital (Foto: Arquivo Pessoal)
- O fato de ele ser atleta não ajudou. O Leo sentia cansaço e dor, coisas que todos os atletas sentem. E ele estava com estresse, pensando em várias coisas, como começar a faculdade de educação física. Ele nadou muito bem em Anápolis, mas caiu de rendimento. No fim do ano, viajou para Itanhaém com a família, surfou, fez tudo, mas se sentiu mal. No domingo antes do Natal, disse que achava que ficaria com febre porque estava sentindo uns arrepios. Na véspera (terça), passou bem, jogou futebol com os primos, surfou e, no dia seguinte, ficou na piscina. Ele mandou um vídeo com os roxos na canela e no pé, do futebol, e eu achei aquilo meio esquisito. Na quinta, ligou dizendo que estava zoado, com a voz fraca e muita dor de cabeça. Depois, apareceram pintinhas pelo corpo - revela Natalia.
Nadador Leonardo Coutinho internado na UTI de hospital e Natalia Diniz (Foto: Arquivo Pessoal)Leonardo e Natalia Diniz completaram 5 meses de namoro no dia 24.
A nadadora lembra que, no início, os médicos suspeitaram de dengue, meningite e leptospirose. Com os exames de sangue ainda muito alterados, Leonardo viajou de carro com a mãe de Itanhaém para São Paulo, uma distância de 111 quilômetros. Chegou ao hospital com a saúde debilitada e mal conseguia se equilibrar em pé. Foi lá que ele recebeu o diagnóstico de leucemia, e havia ainda uma suspeita de hemorragia cerebral, descartada. A princípio, o nadador quis poupar Natália, que, por sua vez, estava com a família em Anápolis (GO). Os dois iriam viajar no réveillon, mas, assim que soube da notícia, ela mudou a passagem e passou a virada ao lado do amado.
- Fiquei em choque quando eu soube. Ele falou que viu a morte de perto, mas abriu os olhos, me viu ao lado da mãe dele, e pensou que tinha que ser forte. Graças a Deus, não passou por cirurgia, o que seria ruim, porque ele está com as defesas baixas. Passei a virada com ele, que estava bem, apesar da dor abdominal. Pediu até para tirar uma foto. Ontem (sexta-feira), ele comeu pela primeira vez em três dias e postou um vídeo no Facebook agradecendo ao apoio. Vamos esperar como será a resposta ao tratamento, mas acredito que o irmão seja compatível. Estamos muito impressionado com a quantidade de pessoas doando, parece algo sobrenatural. Fãs, amigos e funcionários do Pinheiros vieram e ele está confiante. Como ele só usará as plaquetas, o sangue ajudará muita gente - revela a namorada.
Nadador Leonardo Coutinho internado na UTI de hospital e Natalia Diniz (Foto: Arquivo Pessoal)Natalia Diniz fez a sua doação na manhã deste sábado 
Natália, que fez a sua doação na manhã deste sábado, tem contado com o apoio da família, dos amigos e da Igreja Evangélica. E a corrente trouxe força para Leonardo, que se mostrou emocionado ao perceber tantas pessoas preocupadas com a sua saúde. Np primeiro vídeo publicado para os amigos no Facebook, ele retribuiu o carinho: "Valeu, rapaziada. Obrigado pela força e as palavras, obrigado por tudo, um beijo para todo mundo". No segundo, publicado neste sábado, ele não segurou as lágrimas: "Queria agradecer a todos pelas doações, vocês estão me ajudando a ficar forte. Hoje, o sangue de vocês corre nas minhas veias. Fé em Deus, continuem orando por mim. Senti algumas tonturas, mas tive uma ótima noite de sono. Está tudo bem".
Leonardo sofreu uma hemorragia na região do intestino na última quarta-feira e teve o sangramento estancado na quinta-feira, mas permanece na UTI. Apesar de ter sentido fortes dores abdominais, ele não precisou passar por cirurgia. O nadador precisa repor as plaquetas consumidas pela leucemia e pela hemorragia. As doações (qualquer tipo sanguíneo) devem ser feitas no nome de Leonardo, no Banco de Sangue Paulista, que conta com unidades na Rua Alceu de Campos Rodrigues, 46, na Vila Nova Conceição (11 3048-8969), e na Rua Iguatinga, 382, em Santo Amaro (11 5521-4013).
Leonardo Coutinho e o irmão, possível doador de medula (Foto: Arquivo pessoal)Leonardo Coutinho e o irmão, possível doador de medula
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Qualquer ajuda é muita

Uma semana de festas para muitos, mas não para o nadador Leonardo Coutinho, atleta do Pinheiros, de apenas 19 anos. Léo, como é conhecido, foi diagnosticado com Leucemia logo após o Natal. Um dos principais destaques da equipe junior do clube paulista, Léo esse ano esteve em Anápolis, batendo o recorde de campeonato dos 200 costas. Esteve também nas finais do Maria Lenk e do Brasileiro Júnior de inverno.
Já no final de 2013, afastado das piscinas, não participou nem do Brasileiro Júnior de Verão, competição em que estava inscrito, nem do Open em Porto Alegre.
Após o diagnóstico, Leonardo Coutinho encontra-se no hospital Cruz Azul e precisa da doação de sangue e não é necessário que seja do mesmo tipo sanguíneo. A doação deve ser feita no Banco de Sangue Paulista, que possui dois endereços:
1- Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 46 – 14º andar (tel. 11 3048-8969)
2- Rua Iguatinga, 382 – Santo Amaro (tel. 11 5521-4013)
Hoje, as informações são de que Léo encontra-se na UTI, após fortes dores abdominais, mas não precisará passar por cirurgia.
Peço a ajuda de todos, seja doando sangue ou rezando por ele, qualquer ajuda é muito bem-vinda. Leonardo merece nosso apoio não só por ser um nadador promissor, mas por ter um coração de ouro.
UM NUMERO PAR... E UM POSSÍVEL TÍTULO IMPAR!
PODE VIR 2014... ESTAMOS A SUA ESPERA!

ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA ROLNAN ESPORTES.'.
PROJETO TAMYRES DOMINGOS "OS CAMPEÕES DO AMANHÃ".

DESEJA A TODOS OS PAIS, TRIATLETAS, COLABORADORES, INCENTIVADORES, ADMIRADORES E AMIGOS UM 2014 CHEIO DE VITÓRIAS, CONQUISTAS E REALIZAÇÕES.
 
Foto: UM NUMERO PAR... E UM POSSÍVEL TÍTULO IMPAR!
PODE VIR 2014... ESTAMOS A SUA ESPERA!

ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA ROLNAN ESPORTES.'.
PROJETO TAMYRES DOMINGOS "OS CAMPEÕES DO AMANHÃ".

DESEJA A TODOS OS PAIS, TRIATLETAS, COLABORADORES, INCENTIVADORES, ADMIRADORES E AMIGOS UM 2014 CHEIO DE VITÓRIAS, CONQUISTAS E REALIZAÇÕES.