quinta-feira, 8 de novembro de 2012


Surfista brasileiro recorre a Dilma no Facebook para reaver troféu retido pela Polícia Federal

  • O surfista brasileiro Adriano de Souza, conhecido como Mineirinho, usou seu Facebook para tentar fazer um apelo à presidente Dilma Rousseff. Ele alega que um troféu que ele ganhou nesta temporada ficou preso com a Polícia Federal.
Segundo Mineirinho, a taça que ele conquistou neste ano em Jeffreys Bay, na África do Sul, em competição válida pelo WQS, uma espécie de divisão de acesso do surfe mundial, foi retido sob a alegação de que seria usado pelo surfista como exposição.
Foto 3 de 7 - Adriano de Souza, brasileiro apelidado de Mineirinho, compete na praia de Supertubos, na etapa de Portugal do Circuito Mundial de surfe; ele foi o campeão desta etapa em 2011 EFE/Kelly Cestari
Na mensagem, o surfista afirma estar “cansado” após tentar, de diversas maneiras, reaver seu troféu e, por isso, recorre à presidente.

“Viajo muito em busca de títulos para o Brasil, para honrar a nossa bandeira, e quando isso acontece, o próprio Brasil me impede em ter em mãos o meu troféu?”, postou em seu perfil oficial na rede social.

Até o momento da publicação desta nota, a mensagem postada por Mineirinho no Facebook já tinha 121 compartilhamentos.
Veja a seguir, na íntegra, a mensagem postada pelo surfista:

Caríssima Presidenta Dilma,
Venho através deste desabafo, fazer apenas uma pergunta. Porque?
Sou brasileiro, honro a bandeira mundo afora e sou conhecido hoje, como o melhor brasileiro na modalidade do Surf. Milhões de Brasileiros acompanham o meu esporte, praticam e vibram com a cena desta foto, mas infelizmente a Receita Federal Brasileira prendeu meu troféu de campeão desse campeonato em Jeffreys Bay, na África do Sul, alegando que eu usaria como EXPOSIÇÃO.
Com o pouco tempo que tenho aqui no Brasil, entre uma viagem e outra que faço para competir, dou o meu máximo para resolver este problema que parece não ter mais solução.
Já enviei diversos tipos de documentos e cópias, mas continuam me pedindo outros milhares. Estou Cansado. Há mais de três meses venho tendo essa dificuldade para pegar meu troféu, e sonhando com ele todos os dias na minha casa.
E eu pergunto Presidenta Dilma, PORQUE? Viajo muito e trabalho o ano inteiro em busca de títulos para o Brasil, para honrar a nossa bandeira, e quando isso acontece, o próprio Brasil me impede de ter em mãos o MEU TROFÉU?
Aqui então, venho encarecidamente fazer o meu pedido de ajuda.
Atenciosamente,
Adriano de Souza.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Assessoria da Secretaria de Esportes "Vacila" e confunde fotos!!


Clarissa bate mais uma vez seu próprio recorde

A atleta pernambucana Clarissa Rodrigues, de 14 anos, acumulou mais títulos em sua carreira esportiva. Além do 1° lugar nos 100 metros borboleta e o seu recorde nos 50 metros borboleta nas Ol
impíadas Escolares 2012 em Poço de Caldas/MG, a atleta do Sport venceu duas provas do Campeonato Brasileiro Infantil de Natação, realizado no último domingo (04) em Goiânia-GO. Além de quebrar seu próprio recorde nos 100m Borboleta com o tempo de 1 minuto 04 segundos e 19 centésimos, venceu a prova dos 50m livre com o tempo de 27 segundos e 41 centésimos.
A classificação de Clarissa nas Olimpíadas Escolares garantiu, de acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro, a sua participação na delegação Brasileira nos XVII Jogos Escolares Sulamericanos que acontecerão entre os dias 29 de Novembro e 06 de dezembro, em Natal-RN.
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domingo, 4 de novembro de 2012


Lance Armstrong disputa o Tour de France, competição que venceu por sete vezes
Lance Armstrong disputa o Tour de France, competição que venceu por sete vezes.

Ciclistas brasileiros veem Armstrong como bode expiatório e lamentam punição: "estamos órfãos"

  • Lance Armstrong foi banido do esporte e perdeu seus sete títulos da Volta da França por uso de doping, mas sua imagem continua intacta para os ciclistas brasileiros. Fãs de um dos maiores ícones do esporte mundial veem a punição como ‘caça às bruxas’ porque consideram o doping já disseminado entre os ciclistas de alto rendimento. Por isso, mantêm o apoio ao ídolo e se dizem órfãos.

BRASILEIROS SÃO FÃS DE ARMSTRONG

  • Luiza Oliveira/UOL Karin Kenzler e Marcel Mendes praticam ciclismo e mantiveram a admiração por ídolo após escândalo
  • Luiza Oliveira/UOL Técnico Danilo Guedes acha que o doping é disseminado entre atletas de alto rendimento
  • Flavio Oliveira e Carlos Guedes pedalam há mais de três anos. Eles criticam punição tardia a Lance
  • Lance é considerado um mito do ciclismo e inspirou uma geração não apenas por sua carreira vitoriosa, mas também por sua história de superação após travar uma longa luta contra o câncer nos testítulos, no pulmão e no cérebro que o fez ter apenas 40% de chance de sobrevivência. A fundação Livestrong também é considerada um importante legado do atleta.
Karin Kenzler é triatleta e pratica o ciclismo pelo menos três vezes por semana com a equipe 100boleto.com em São Paulo. Ela valoriza a história de vida do ídolo e acredita que o doping é disseminado entre os ciclistas.
“É tudo mérito dele. Para fazer o que ele fez, o que superou na vida, ele podia ficar em último lugar na maior volta do mundo. Ele teve câncer pelo corpo inteiro. Achar que os outros não estavam dopando é acreditar em Papai Noel. Papai Noel não existe. Todos eles tomam (substâncias ilícitas)”, disse.
O técnico da equipe, Marcel Mendes, compartilha do mesmo sentimento da colega e não perde a admiração por Armstrong, mesmo após o escândalo. “Ficamos órfãos, o planeta fica órfão ao perder a representatividade do Armstrong. Mas ficou o legado. Aprendi muito com ele. Além da superação, a gente é fã do Lance porque ele passa uma excelente técnica de pedalada. Ele transfere a força do corpo para o giro do pedal. Ele tem giro e força. Isso não é o doping que faz”.
A USP (Universidade de São Paulo) é palco de treinos da maior parte das equipes da capital. Logo cedo, por volta de 5h, o campus já está lotado de atletas que pedalam por quase duas horas.
O doping de Lance não surpreende os ciclistas que lamentam a banalização do uso de substâncias proibidas na modalidade. Eles criticam a prática, porém admitem que se tornou habitual, até entre amadores.
Aos 46 anos, Marcel pedala desde os 13 e já viu muitas coisas. “A gente vê até aqui. O cara sempre treinou o mesmo tanto que você, você está no seu limite e, de repente, o cara passa por você e nem transpira. A gente chama de mutante. Imagine isso em alto nível. O laboratório do doping está dez anos à frente da fiscalização desde que o ser humano existe”, analisou.
Um questionamento constante é o momento da punição de Armstrong, que teve seus títulos cassados e foi banido do esporte 12 anos depois da primeira vitória na Volta da França, quando já estava aposentado.
Para muitos, ele é perseguido e se tornou uma espécie de ‘bode expiatório’ por ocupar o protagonismo no esporte mundial, especialmente porque não foi flagrado no antidoping na época em que competia. A base da acusação foram depoimentos detalhados de 11 ex-colegas de equipe.
Um de seus maiores rivais, por exemplo, o espanhol Alberto Contador foi flagrado no antidoping com substância proibida na Volta da França 2010 e foi suspenso por dois anos pelo Tribunal Arbitral do Desporto (CAS), mas já voltou a competir.
Adepto do ciclismo há dez anos e técnico da Race Consultoria Esportiva, o educador físico Danilo Guedes questiona os critérios da Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA). “Tem que pegar na hora e não depois que aposentou. Ou pega na hora ou não tem porque pegar depois. Foi um caça as bruxas, um cara que tem muita raiva dele e quis puni-lo. Nesse nível de competição, todo mundo usa. Envolve muito dinheiro. É patrocinador cobrando e o cara precisa melhorar o rendimento. Outro passa na frente, você tem que ganhar também. É errado, mas infelizmente acontece assim”, analisou.

Lance Armstrong durante conferência de imprensa da fundação Livestrong
Lance Armstrong durante conferência de imprensa da fundação Livestrong

Agência antidoping não recorrerá da sentença contra Armstrong

A Agência Mundial Antidoping (Wada) anunciou que não vai recorrer da decisão de banir do esporte o ciclista Lance Armstrong e tirar dele sete títulos na Volta da França. A Wada tinha a possibilidade de contestar a decisão da Agência Antidoping dos Estados Unidos (Usada na sigla em inglês), a qual foi referendada pela União Ciclística Internacional (UCI).
"A Wada não tem nenhuma preocupação com todo o processo nem com o peso esmagador das provas", disse o presidente da entidade, John Fahey, através de um comunicado divulgado na sexta-feira.

CICLISTAS DO BRASIL DEFENDEM LANCE

  • Lance Armstrong foi banido do esporte e perdeu seus sete títulos da Volta da França por uso de doping, mas sua imagem continua intacta para os ciclistas brasileiros. Fãs de um dos maiores ícones do esporte mundial veem a punição como ‘caça às bruxas’ porque consideram o doping já disseminado entre os ciclistas de alto rendimento. Por isso, mantêm o apoio ao ídolo e se dizem órfãos.
"Pelo contrário, nossa opinião é de que as ações da Usada têm destacado a necessidade de que atletas estejam disponíveis em todos os casos para fornecerem evidências e ajudarem a livrar o esporte do doping."
"Este caso terminou com uma pena correta e apropriada para o atleta em questão e tem servido como uma revelação para o mundo dos esportes. Portanto, a Usada deve ser aplaudida", disse Fahey.
A Wada, que foi envolvida em uma guerra de palavras com a UCI sobre como lidar com o caso, também pediu à entidade dos ciclistas que divulgue detalhes de sua investigação independente sobre doping generalizado.
O ciclista texano, de 41 anos, sobrevivente de câncer, negou o doping e nunca foi pego em exames, mas foi suspenso depois de decidir não se defender de acusações contra ele.
A Usada afirmou que testes apontaram o uso prolongado de várias substâncias dopantes em Armstrong, como a eritropoietina (EPO), transfusões de sangue, de testosterona, corticosteróides, hormônio de crescimento e agentes mascarantes.
A organização reuniu depoimentos de 11 companheiros de equipe de Armstrong, que também foram investigados pela Usada naquele que foi descrito como o programa de doping mais sofisticado jamais visto no esporte.

CONGRESSO MUNDIAL DA FINA

RESUMO DIRETO DE MOSCOU

Logo oficial da FINA
UM SUCESSO ABSOLUTO
A segunda edição da Convenção Mundial da FINA foi um sucesso absoluto. Em tudo. Desde a abertura oficial, um show de dança e música russa, a organização e administração de todo o evento. Presenças ilustres na abertura do Ministro dos Esportes na Rússia e o Sheikh do Kuwait que é Presidente da Associação dos Comités Olímpicos Nacionais e o Prefeito da Cidade de Kazan, sede do Mundial dos Esportes Aquáticos de 2015.

SUCESSO EM PRESENÇA
Dos 202 países filiados, 150 estiveram representados na Convenção. Na Clínica Mundial de Treinadores eram 500 treinadores de 92 países. Cada país teve pago pela FINA uma passagem aérea para o Presidente da Federação e outra para um treinador.

SUCESSO NA TV
Em números apresentados pela FINA, 3,5 bilhões de telespectadores assistiram os dois últimos Campeonatos Mundiais dos Esportes Aquáticos. Em Londres, pela primeira vez na história da TV americana, a natação foi o esporte olímpico mais assistido na TV.
Os campeonatos da FINA são distribuídos para 210 países ao redor do mundo.

MUDANÇAS E INOVAÇÕES NOS ESPORTES AQUÁTICOS
PÓLO AQUÁTICO
A FINA pressiona o COI para o aumento de 8 para 12 equipes no pólo aquático feminino, assim igualando o número de equipes masculinas no torneio.

NADO SINCRONIZADO
Novas e mais simples regras estão sendo desenvolvidas para tornar o sistema de pontuação mais simples para compreensão do público.

SALTOS ORNAMENTAIS
As provas de "high diving" entram no programa do Mundial 2013 em Barcelona. Saltos de alturas de 15, 20 metros e até mais para um esporte de altos riscos mas grandes investimentos. Um patrocínio milionário da Red Bull vai garantir a presença do evento bem como o seguro de todos estes atletas para o grande risco que representa.

NÃO AOS 50 ESTILOS
A FINA quer, mas sabe que o Comitê Olímpico Internacional não vai aceitar a inclusão das provas. O número total de atletas 10.500 para os Jogos Olímpicos não pode ser modificado e por conta disso as chances das provas de 50 estilos entrarem no programa Olímpico continuam as mesmas: nenhuma!

ESPORTE É NEGÓCIO
Não foi uma, nem duas, mas muitas vezes citadas durante a Convenção. Quase que 80% das palestras apresentadas na Convenção da FINA foram tratando nosso esporte como um negócio. A FINA não esconde a nova estratégia e conclama todas as Federações para atuarem nesta mesma linha. Até mesmo uma acusação de um diriginte filipino de a FINA ter apenas uma empresa fabricante de plataforma de saltos foi apresentada na Convenção. A resposta de Cornel Marculescu foi ainda mais intrigante: "Faça um campeonato em seu país que você ganha um destes trampolins".

ÁSIA É O FUTURO
O Mundial de Curta em 2014 em Doha no Catar. Os Mundiais dos Esportes Aquáticos de 2019 e 2021 têm três países candidatos: China, Coréia do Sul e Japão. A Ásia se mostra mais organizada e principalmente mais arrojada nos investimentos em organização de eventos.

SEDIAR UM EVENTO É PROMOVER UM SHOW
Todas as apresentações de sedes passadas e de futuras, todas elas foram claras no sentido da necessidade de um programa paralelo para a organização de um evento FINA. A coordenadora de natação de Londres 2012 ainda foi mais longe determinando que a necessidade da contrata;ção de um profissional na área específica de shows é fundamental para o sucesso de um evento FINA.

PISCINAS PROVISÓRIAS É O FUTURO
As empresas estavam todas lá na Feira da FINA. E todos os futuros candidatos a sedes tem em seus planejamentos a utilização das piscinas temporárias. Sediar um Mundial com piscinas definitivas é um dos piores investimentos a serem feitos no atual cenário dos esportes aquáticos.

PISCINA EM QUALQUER LUGAR
Na praia, num ginásio, numa arena. Agora é a vez de um Estádio de futebol. Em Kazan, Rússia, 2015, o Mundial será realizado com duas piscinas de 50 metros construídas temporariamente dentro do estádio que nem está concluído ainda. Capacidade total de 45 mil pessoas. Vai ser o maior público da história de um evento FINA.

COMBINAR EVENTOS PARA OTIMIZAR
Os Mundiais de Curta serão realizados em combinação com as Convenções da FINA. A cada dois anos os dois serão realizados em conjunto no mês de dezembro. Os Mundiais de Esportes Aquáticos e os Mundiais Masters serão realizados na mesma sede com uma semana de intervalo entre os dois eventos. A combinação vai ser determinante para o sucesso financeiro do investimento que tem sido feito na organização destes eventos.

SOLIDARIEDADE OLÍMPICA
138 nadadores tiveram o apoio da Solidariedade Olímpica no período de 2009 a 2012. 82 no sexo masculino e 56 no feminino que junto com treinadores e associações somou um total de 5 milhões de dólares de investimento neste projeto. Destes 138 nadadores, 1 medalha de ouro, 1 de prata e 13 finais alcançadas em Londres. Detalhe que não faz parte do projeto a conquista de medalhas nem as finais, é apenas consequência do trabalho.

COPA DO MUNDO UM FRACASSO OU UM SUCESSO
Cornel Marculescu, Secretário Geral da FINA, diz que é um sucesso. Piscinas e sedes excelentes, condições financeiras perfeitas e tudo como deveria estar. Só faltam os artistas! Só? Marculescu coloca a culpa nas Federações em não enviar seus melhores nadadores para as Copas do Mundo. E promete novas investidas em melhores condições financeiras que serão apresentadas na reunião marcada para dezembro com novas oportunidades para ter os melhores atletas do nosso esporte na Copa do Mundo.

CÂMERAS NÃO!
Diferente da grande maioria dos esportes que se rendeu as câmeras para melhor análise do esporte, a natação está caminhando cada vez mais longe de ter as filmagens como parte da arbitragem. O que esteve bem próximo de acontecer há alguns anos, agora está perto do impossível.
Segundo Marculescu: "não faz sentido ter câmeras subaquáticas apenas para analisar um só estilo", no caso o nado peito.

O FUTURO DOS REVEZAMENTOS MISTOS
Incluídos nos Jogos Olímpicos da Juventude e agora na Copa do Mundo, os revezamentos mistos deverão fazer parte do programa dos Mundiais. Quando isso vai acontecer será determinado nas próximas reuniões do Bureau da FINA.

MUDANÇAS NAS REGRAS - COSTAS
A inclusão de um novo acessório na saída de costas foi solicitada por Aaron Peirsol. Ele faz parte do Comitê de Atletas da FINA e que alegou disparate no fato da inclusão da parte traseira para a saída de bloco o que favoreceu os atletas e não houve a mesma intenção com os nadadores de costas. O acessório ainda em pesquisa e estudo foi desenvolvido pela Omega e será apresentado para análise na próxima reunião da Comissão Técnica da FINA da qual o brasileiro Ricardo de Moura faz parte.

MUDANÇAS DE REGRAS - PEITO
É sabido e reconhecido pela FINA o problema com o nado de peito. A entrada na água e múltipla pernadas vai gerar uma nova discussão que tem três diferentes opções para o futuro. A primeira delas é deixar como a regra está. A segunda é eliminar por completo as pernadas de borboleta voltando o estilo a ser o que era antes de 2005. E por último é criar uma zona livre até os 15 metros onde os nadadores poderiam fazer o movimento que quisessem na parte submersa.
Isto só será deliberado no Mundial de 2013 e estará na regra a partir de 2013-2016.

ÁGUAS ABERTAS
A nova prova de equipes é uma das esperanças de sucesso para o futuro. A FINA identifica que o esporte tem crescido e apresentou números onde tanto o Circuito da Copa do Mundo como o Grand Prix aumentaram em número de participação nos últimos anos. A FINA ainda busca a inclusão de pelo menos uma prova na Oceania e outra na África, ainda fora do calendário da modalidade.
Outro número que a FINA está a brigar é por mais vagas olímpicas para a modalidade. 25 para cada sexo é considerado muito pouco pela entidade. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


COI vai investigar Lance Armstrong, que pode perder sua medalha olímpica de bronze

  • Lance Arsmtrong recebe a medalha de bronze no contra-relógio em 2000, nos Jogos de Sydney
  • Lance Arsmtrong recebe a medalha de bronze no contra-relógio em 2000, nos Jogos de Sydney
O COI (Comitê Olímpico Internacional) anunciou, nesta quinta-feira, que vai abrir uma investigação sobre Lance Armstrong. Envolvido em um escândalo de doping que está manchando sua vitoriosa carreira, o norte-americano pode perder a medalha de bronze que conquistou na prova de contra-relógio do ciclismo de estrada nos Jogos de Sydney, em 2000.
“O COI vai começar imediatamente o processo a respeito do envolvimento de Lance Armstrong, outros atletas e seus estafes particulares a respeito dos Jogos Olímpicos e suas participações futuras”, disse um porta-voz da entidade à agência Reuters.
Na prática, o comunicado do COI anuncia que Armstrong será investigado e, como é praxe em casos de doping, pode perder sua medalha. Será apenas o fim melancólico de um processo que começou com a acusação da Usada (agência antidoping norte-americana) há alguns meses.
Sete vezes campeão da Volta da França, torneio mais importante do ciclismo mundial, Armstrong se recusou a refazer exames antidoping. A Usada reuniu depoimentos e evidências de que, ao longo dos anos, ele e sua equipe haviam utilizado substâncias proibidas para alcançarem melhor rendimento.
Com a recusa de Armstrong a novos exames, ele foi considerado culpado e perdeu todos os seus títulos da Volta da França. O efeito disso em sua imagem foi devastador. Em um intervalo de semanas, ele perdeu praticamente todos os patrocinadores e agora deve perder também sua medalha olímpica.
DEZ PERGUNTAS PARA: Taynara Bonetti (Triatleta)
O que te levou a optar pelo triathlon?Bom, comecei na natação com quatro anos por causa de problemas respiratórios, e com oito anos descobri a escolinha de triathlon; mas só poderia entrar com nove anos . Eu desejava muito fazer aquele esporte que nem sabia o nome direito porque era diferente (risos), pouca gente conhecia. Esperei ansiosamente por um ano, e quando fiz os nove anos entrei para a escolinha. Foi amor incondicional
Como foi o seu início?Foi um início difícil pra falar verdade. Quando entrei para a escolinha, treinei uma semana e fui para a primeira competição que já era um Campeonato Brasileiro em Fortaleza (CE) e peguei o 3º lugar. Eu não tinha nem bicicleta peguei emprestada com minha Técnica Elinai Freitas e fui. Depois as coisas começaram a melhorar, mas até hoje é difícil, não se tem condições financeiras para bancar tudo 100%.
Até onde pretende chegar nesta modalidade?Com certeza pretendo chegar a uma Olimpíada, e depois em um Ironmam .
Qual a maior alegria de sua carreira até agora?Ser uma pessoa saudável; ter amigos no Brasil inteiro, conhecer tudo quanto é canto,e principalmente saber que tem gente que acredita em mim, e assim vai......
Qual modalidade acredita que precisa aprimorar?Na verdade temos que aprimorar as três modalidades sempre, não podemos deixar nenhuma de lado. Mas com certeza tenho que aprimorar muito minha corrida, porque ela tá me matando (risos )
Como se sente tendo que ter algumas privações em sua vida em função do esporte?Ás vezes ficava chateada por não poder sair direto com meus amigos; mas aí repensei e vi que isto não é meu atual objetivo, meu atual objetivo é treinar. E este objetivo muitas vezes não é compreendido, teve casos em que eu não fui a festas com alguns colegas e os mesmos criticavam, diziam que eu não tenho vida social. Mas mal sabem eles que me divirto demais treinando com meus amigos. A vida é feita de escolhas; eu já fiz a minha.
Como avalia 2012 até aqui?Nossa, muito apertado. Este ano foi difícil; treinos mais intensos, competidoras mais fortes ( Vi isto no Brasileiro ). Mas, enfim, um ano que esta encerrando uma fase em minha história esportiva, e começa outra; acaba aqui o ciclo de “brincar de triathlon”. Agora é treinar ou treinar !
Quais projetos já tem para 2013?O ano de  2013 será fase de transição, onde saio da categoria Infantil e vou para a júnior, para tanto preciso focar mais nos treinos, e tentarei uma vaga para o Mundial Junior em Londres
Qual foi o lugar mais bacana que competiu no triathlon?Acho que Fortaleza. Fui lá três vezes, cada vez que fui conheci coisas novas, as praias são lindas, o Beach Park é irado, e o Marina Park Hotel então... " Se sou pobre não me lembro " (risos ).
Fique a vontade para agradecer a quem ter apóia e aos patrocinadores...São muitos agradecimentos:
Meu Patrocinador Jasmine Alimentos, que possibilita minha alimentação saudável.
Hammerhead que disponibiliza o que há de melhor em tecnologia na natação.
Bike Tech Floripa ( Erni ) que mantém minha Bike em dia.
Empórium Fitness ( Gi e Adriano ) Que colaboram com minha suplementação.
Colégio Cruz e Sousa ajudando na minha formação.
3T ( Jorginho e Xandi ) Com os macaquinhos mais modernos.
Carlos Camargo - Que além de excelente técnico de natação, é um exemplo de sabedoria na formação de cidadania.
Rolnan Rosas e Tamyres Domingues - Que mesmo de longe acreditam e confiam em mim, como pessoa e atleta.
Agradeço a Fetrisc por possibilitar o triathlon em Santa Catarina, a Elinai Freitas que me acompanha desde os quatro anos quando comecei na natação, a Tutubarão que possibilitou minha base na natação.
Meus Pais que são meu alicerce.
E como prometido aos meus mais queridos e amados primos Fabio Assis e Rafael Assis, que ma aturam e me levam para todos os cantos (risos). Amo Vocês.
Espero contar com todos  em 2013 para juntos atingirmos nossos objetivos!
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