quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Saiu no Blog do Tomazini


Olá caros amigos blogueiros…
Concluído o mais forte Campeonato Mundial Junior das ultimas três edições, a Competição segundo relatos foi sensacional!
Vários recordes, ótima piscina, excelente organização e o Brasil para variar com excelentes resultados, destaque para ARTHUR MENDES, 3o. lugar na prova dos 100 borboleta.
Mas o que faltou em LIMA?
Isso ninguém precisou me contar, eu notei ao ver as fotos e notícias.
Quando acompanhamos grandes competições como Campeonatos que envolvam nações, sempre notamos o patriotismo dos atletas, e , falando em natação, este patriotismo é representado pelo principal acessório que o nadador usa.. A TOUCA!!!
Pois é, notamos nas reportagens feitas pelos colegas e nas fotos colocadas em sites diversos nadadores com as toucas do seu respectivo país, mas por incrível que pareça, diferentemente de Shangai, eu não vi nenhum atleta brasileiro com a tradicional touca verde e amarela representando o Brasil.
Com certeza, o que os atletas mais queriam era poder usar uma touca com seu nome e do seu país, principalmente em um Campeonato Mundial, mas será que as pessoas responsáveis ou o patrocinador forneceram este material aos atletas? Como em Shangai? Pelo visto e pelos relatos não, e o pior, receberam uniformes quase no aeroporto com os tamanhos todos trocados e vindos de outra competição, BRINCADEIRA? Será que existe uma seleção melhor que a outra ou jogo de interesses? Será que as pessoas que regem este esporte não sabem que a geração junior de 2011 é a geração principal de 2016? Ou será que é muita desorganização, afinal um time patrocinado pela SP***O, com atletas na mídia nadando com touca AR**A,quem engana quem? Só pode ser país de 3o. mundo mesmo, mas enfim… PACIÊNCIA!!!
Termino aqui meu relato e minha indignação, com uma frase de um grande amigo meu em gloriosas épocas de Minas, eterno PIU:
“É bom porque é ruim, mal é se fosse pior!”
Grande abraço a todos
TOMAZINI
NOTA DO BLOG: By Pussi.
Caro amigo Marcelo Tomazini, pior que isso, muito pior, foi ter mandado uma Seleção Brasileira a um Campeonato Mundial sem o uniforme completo. Os atletas receberam camisas de Shanghai, outros shorts do Sul-Americano, outros material do ano passado. Na hora da foto oficial, foi necessário um movimento de troca-troca, empresta-empresta até sair a foto oficial.
Não adianta colocar a culpa no patrocinador, isso é falta de planejamento!

Muito Bom! "Sinto vergonha de mim" Vale apena assistir!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Por desempenho em Xangai, Cielo é homenageado pela prefeitura de SP

Para o prefeito Gilberto Kassab, nadador serve de exemplo para crianças do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, onde treina

As medalhas de ouro conquistadas nos 50m livre e 50m borboleta no Mundial de Xangai já estão devidamente guardadas, mas Cesar Cielo segue recebendo prêmios pelo desempenho na competição. Nesta segunda-feira, o nadador foi homenageado pelo secretário de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, Bebetto Haddad, e pelo prefeito da cidade, Gilberto Kassab.

- Além da competência do Cesar em trazer medalhas para o Brasil, ele é um incentivador das nossas crianças que treinam junto com ele na nossa piscina. A homenagem é mais do que merecida. Fizemos questão de entregar a placa pelo cidadão brasileiro e morador da cidade que ele é – disse Kassab.

Cesar Cielo recebe homenagem em São Paulo (Foto: Divulgação).esar Cielo recebe homenagem na prefeitura de São Paulo.
O recordista mundial de tiro curto treina na piscina do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), estrutura pública da capital paulista. Cielo fez questão de elogiar o local e afirmou que a estrutura influencia positivamente no seu desempenho.

- O COTP virou minha segunda casa. Passo a maior parte do tempo lá treinando. Estou muito contente e satisfeito com a estrutura, pois é ela que faz a diferença na conquista dos melhores resultados.

Nadadores, Fabíola Molina e Diogo Yabe planejam gravidez para 2012

Casal revela que deseja investir em filhos após as Olimpíadas de Londres, relembra como se conheceram e começaram a namorar, na Copa de 2002

Fabíola Molina e Diogo Yabe formam um casal vitorioso. Ela já participou de duas Olimpíadas (Sidney-2000 e Pequim-2008), quatro Jogos Pan-Americanos (91, 95, 99 e 2007) e 11 Campeonatos Mundiais. Ele tem uma Olimpíada (Atenas-2004) e dois Pans (2003 e 2007) no currículo. Apesar da carreira de sucesso, o casal ainda tem um sonho a ser realizado: o de ter filhos.
- É um desejo nosso, mas a nossa profissão não permite. Até permite, mas você tem que parar e depois a mulher tem que voltar. Então a gente casou em 2006, depois teve o Pan-Americano, as Olimpíadas, o Mundial, em 2009. O tempo vai passando, tem o problema da idade. Nosso planejamento é depois de 2012 começar a tentar, eu já vou estar com 37 anos. A gente nunca quer ter um filho só, vai ter que ser na sequência. Se pudesse ter gêmeos, trigêmeos, melhor ainda - afirmou Fabíola Molina em entrevista ao "Tá na Área".
Filhos de pais nadadores, eles se conheceram no ambiente da natação. Ambos competiam pelo Vasco, mas treinavam em lugares diferentes. Apesar do sangue da família ter unido os dois, foi a Copa do Mundo de 2002 que fez o romance se tornar realidade.
- Em 2002 estava tendo a Copa do Mundo lá no Japão e os jogos eram de madrugada. Aí ele me perguntou: "O que você vai fazer no jogo entre o Brasil e a Inglaterra?" Era três horas da manhã o jogo. Eu falei: "Vou estar em casa dormindo". Ele me chamou para ir ao cinema e foi lá, antes de assistir ao jogo, que teve o primeiro beijo
O casal abriu o apartamento para o "Tá em Casa", quadro do "Tá na Área", e Diego revelou ser o mestre-cuca da família.
Fabíola Molina e Diogo Yabe no Tá em Casa (Foto: Divulgação SporTV) 
Diogo e Fabíola mostram a coleção de chocolate que
mantém em casa.
- Eu gosto de fazer bastante shitake, que eu planto, então eu colho fresquinho. Gosto de fazer macarrão, porque a gente morou na Itália, então a gente faz umas massas diferentes. E comida do dia a dia em geral, quando precisa.
Apesar da preocupação em ter uma alimentação saudável, Fabíola revela que o casal tem uma 'queda' por chocolates.
- A gente não é de comer muita besteira, bolacha, essas coisas fazem mal. A alimentação para o atleta é muito importante. O corpo precisa de combustível, se você não tiver um bom combustível para gastar energia, você não rende. Mas a gente gosta de comer um chocolatinho. A gente gosta bastante de chocolate meio amargo, que é o chocolate que faz menos mal, tem menos gordura.


Após 362 testes, Fina anuncia que Mundial não teve casos de doping

Entidade colheu 311 amostras de urina e outras 51 de sangue durante evento

 Foram 362 testes e nenhuma infração. Nesta segunda-feira, a Federação Internacional de Natação (Fina) anunciou que o Mundial de Xangai, na China, terminou sem nenhum caso de doping entre os competidores.


A entidade colheu 311 amostras de urina e outras 51 de sangue. Segundo a Fina, nenhum nadador apresentou violações nas regras anti-doping.
Antes do Mundial, a Fina estava preocupada com a alimentação dos nadadores no Mundial. A recomendação era para que os atletas não comessem fora dos locais indicados, por medo da contaminação involuntária com a substância clembuterol, com alta taxa de presença nas carnes chinesas.
O doping ficou em evidência em Xangai após a advertência dada a Cesar Cielo antes da competição, por uso de furosemida, ao lado de outros três brasileiros. O campeão olímpico terminou o Mundial com duas medalhas de ouro, nos 50m livre e nos 50m borboleta.

Crise na economia atinge o esporte de base nos Estados Unidos

Colégios e universidades e passam a cobrar taxas de seus atletas. Já o comitê olímpico consegue se recuperar em meio à turbulência

Apenas um mês após o sucesso do maior atleta olímpico de todos os tempos, Michael Phelps, nas Olimpíadas de Pequim, os Estados Unidos entraram em grave crise econômica, o que afetou também o esporte. Em 2008, o ano das oito medalhas de Phelps, o comitê olímpico americano arrecadou R$ 450 milhões. Em 2009, teve 56% a menos de arrecadação com patrocínio, e o prejuízo chegou a R$ 79 milhões.
- O que aconteceu foi um aumento repentino e dramático de gastos. Particularmente em 2008, onde vimos uma quebra do mercado de crédito - explicou Michael Leeds, economista da Universidade de Temple, Filadélfia.
A crise foi grande e chegou ao esporte de base americano. Lá, escolas e universidades são os grandes formadores de atletas. E elas passaram a cobrar taxas de seus atletas para aliviar o prejuízo causado pelo corte de gastos anunciado pelo governo americano.
- Nós vemos o governo desaparecendo como fonte de estímulo. Estou muito preocupado com a aparência do acordo da economia americana. Penso que o acordo de orçamento fez um retorno à recessão. Estou muito, muito pessimista sobre a economia americana nos próximos um ou dois anos - analisou Leeds.
No esporte de elite, o comitê olímpico dos Estados Unidos conseguiu reduzir o prejuízo. Em 2010, se recuperou e teve lucro de R$ 95 milhões. Além disso, já tem garantido um patrocínio até a Olimpíada de 2016, que será disputada no Rio de Janeiro.
- Vemos nosso compromisso com o mercado esportivo como uma estratégia de longo prazo. Então, nós alinhamos a esportes que combinam com a nossa marca e também com esportes que combinam com uma linha específica de produtos. Fazemos o nosso compromisso estratégico em contratos de longa duração - explicou Trudy Hardy, gerente de marketing da montadora de automóveis patrocinadora do comitê.

FINA cancela suspensão a Albert Subirats


O anúncio oficial só sai amanhã no site da FINA mas a Presidente Lourdes Gonçalves da Federação Venezuelana de Natação já anunciou a imprensa de seu país o cancelamento da suspensão ao nadador Albert Subirats. Ele estava suspenso desde maio pelo período de um ano por ter faltado a três solicitações de documentação de controle anti-dopagem.
Os dirigentes venezuelanos apelaram a FINA e conseguiram que a decisão fosse revocada. Subirats, assim, está autorizado a participar dos Jogos Pan Americanos e inclusive já foi incluído na lista dos atletas que irão participar do evento.